A AÇÃO DO HIDROLISADOS VEGETAIS NO PROCESSO DE DESINTOXICAÇÃO HEPÁTICA (Dra. Liane Beringhs)

O fígado é um órgão muito importante no processo de detoxificação do organismo, “quebra” e prepara a excreção de produtos provenientes do metabolismo e toxinas endógenas e exógenas. Age como barreira bioquímica limpando tudo que é  absorvido na circulação.         

Williams, descreveu de forma pioneira em 1947, estes mecanismos de detoxificação e eliminação de toxinas através de duas fases distintas no metabolismo hepático: Funcionalização (Fase I) e Conjugação (Fase II). Resultando na biotransformação destes componentes tóxicos, geralmente lipofílicos, e portanto dificilmente excretáveis pela via urinária em substâncias hidrossolúveis, sendo excretáveis mais facilmente pela via intestinal. 

Mais de 10 famílias de enzimas estão envolvidas na Fase I, o que inclui cerca de 35 genes diferentes, sendo a principal família conhecida por Citocromo P45. A Fase II é também bastante complexa envolvendo outras famílias de genes e enzimas. O desequilíbrio metabólico entre estas fases distintas se torna muitas vezes o grande responsável por lesões celulares. Sendo assim, a manutenção do aporte de minerais e aminoácidos é fundamental para a homeostasia do hepatócito.

Glutationa, metionina, cisteína, taurina e glicina são aminoácidos envolvidos nas Fases I e II, e presentes em abundância no hidrolisado vegetal Pianto.

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